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Próxima parada na Europa: Espanha!

Próxima parada na Europa: Espanha!

Mesmo quem nunca pisou no solo espanhol tem na memória imagens do país. Seja nas obras de Picasso e Dalí, nas praias com belo pôr do sol, nas danças flamencas… Sim, a Espanha é tudo isso e muito mais!! Ao longo de 800 mil anos, vários povos como os celtas, gregos, romanos, visigodos, árabes e franceses deixaram suas marcas de norte a sul do país contribuindo para a língua, a arte e os costumes. Dessa mistura de povos construiu-se um país heterogêneo com comunidades autônomas e quatro idiomas oficiais, o castelhano, galego, basco e catalão. Num passado mais recente o visitante se encanta com obras de mestres que revolucionaram as formas na arquitetura como Picasso e Miró. Por todo país encontram-se projetos culturais ousados muitos transformados em referência mundial. Não é diferente na gastronomia espanhola onde a revolução dos chefs responsáveis pelos pratos mais criativos e surpreendentes pelas formas, sabores e texturas conquistam o mundo. Mas o tradicional prato de paella é preservado com orgulho pela cozinha local. Enfim, vivenciar a Espanha significa flanar por ruas medievais, saborear sua culinária exuberante, assistir ao vivo ao espetáculo flamenco, e salir de tapas de bar em bar…  A Espanha é isso… Inusitada e surpreendente!!! Vamos Nessa?   Programa Espanha Total – Maio...
“Última Flor do Lácio, Inculta e Bela…” – Lácio, Capital Roma

“Última Flor do Lácio, Inculta e Bela…” – Lácio, Capital Roma

Lazio soa estranha para você? E Lácio, traduzida para o português? É familiar por aprendermos na escola a  poesia de Olavo Bilac sobre a língua portuguesa: “Última flor do Lácio, inculta e bela…”. O latim, língua dos latinos, e tudo que devemos à civilização “latina”, floresceu na região italiana que leva o nome desse povo. Lácio é uma região na Itália central onde se falava Latim, a língua do Império Romano. Muitas línguas derivaram do Latim, como o francês, o espanhol e o italiano; a última delas foi o português. Com a metáfora “última flor do lácio, inculta e bela”, Olavo Bilac refere-se ao fato de que a Língua Portuguesa foi a última língua neolatina descendente do latim vulgar, falado pelos soldados da região italiana do Lácio. As histórias sobre o Lácio se confundem com as lendas sobre a origem de Roma: o rei Latinus teria acolhido em suas terras Enéas, o príncipe troiano vencido pelos gregos, e lhe concedeu a mão de sua filha Lavínia, que deram ao mundo Rômulo, fundador de Roma. Ou ainda que Rômulo e Remo, descendentes de Enéas, eram gêmeos abandonados, que foram amamentados por uma loba e depois adotados por um casal de pastores, Rômulo depois de matar Remo, fundou Roma, escolhendo um lugar formado por sete colinas às margens do rio Tibre (Tevere,em italiano), em 21 de abril de 753 a.C. (dia e mês muito comemorado por nós, brasileiros, que coincidência!). Lendas e lendas só sabemos que o nome Lácio é ofuscado pelo de sua capital: ROMA, A CIDADE ETERNA! Nos últimos 3000 anos, as sete colinas de Roma acumularam um volume...
“O Sole Mio” – É Especial: Nápoles, Pompéia e Capri

“O Sole Mio” – É Especial: Nápoles, Pompéia e Capri

Nápoles é a capital da Campania, que é a bela região ao sul de Roma. A Campania é, de vários modos, o coração da Itália – quente, acolhedora e misteriosa. Sua beleza natural é famosa desde a antiguidade, e sua história a transformou em um esconderijo repleto de artes finas.A região tem clima agradável e um litoral extenso e belíssimo. Inicialmente ocupada pelos gregos, foi incorporada ao Império Romano e depois foi dominada pelos normandos, espanhóis e franceses até a unificação da Itália.Nápoles é a capital da região e a baía de Nápoles é realmente linda – comparável à baía de Guanabara -, e seu litoral possui as famosas ilhas de Capri, Ischia e Procida e as cidades de Pompéia, Herculano, Sorrento, Positano, Amalfi. Por trás do tráfego intimidante e do barulho, Nápoles é uma cidade sedutora – rica em artes, igrejas, sítios históricos, uma gastronomia ímpar e muita personalidade – , além de ser uma das cidades mais animadas. É de conhecimento mundial que o dialeto napolitano seja mais conhecido que a língua italiana, Não tem como se maravilhar pois, a música é uma linguagem universal e as palavras que as compõem são fáceis de lembrar, as músicas napolitanas são conhecidas no mundo inteiro. Nápoles carrega quase todos os clichês que conhecemos sobre a Itália. Tem o astral de velha cantina: simples, barulhenta e alegre. É a cidade que inventou a clássica pizza margherita, com tomate, queijo e manjericão e músicas mais populares do país. Está longe de exibir uma beleza arquitetônica como a de Florença ou a singularidade de Veneza. Talvez sejam os traços culturais que façam...
Patagônia, um destino único e surpreendente para todos

Patagônia, um destino único e surpreendente para todos

A estepe patagônica está flanqueada ao oeste pela Cordilheira dos Andes e ao leste, pela costa atlântica de obstinada geografia. Com quase 800.000 quilômetros quadrados de território virgem, pouco explorado e de escassos habitantes, começa perto do paralelo 37 e estende-se até a ilha da Terra do Fogo, cuja capital é Ushuaia – conhecido como o fim do mundo, com suas paisagens contrastantes. Uma região riquíssima em recursos naturais de incomparável beleza, fazendo deste lugar um dos mais belos do planeta. Uma conjunção perfeita de lagos, rios, montanhas, vales e estepe infinito, uma eterna sucessão de imponentes paisagens, o contato com a natureza na sua máxima expressão e a possibilidade de praticar uma enorme quantidade de atividades que satisfazem aos olhos mais contemplativos e que fazem da Patagônia um destino inesgotável, um lugar único onde a natureza desvenda seus segredos e manifesta sua grandeza em todo o seu esplendor. Na Patagônia andina a beleza dos bosques, lagos e glaciares – entre eles o Perito Moreno – irá surpreendê-los pela beleza e cenários tão diversos. Variados esportes e visitas inusitadas podem se praticar nesta região que se estende até o Canal de Beagle, ponto de partida dos cruzeiros à Antártida. Mesmo que você conheça paisagens mais glamourosas ou imponentes, é provável que jamais tenha vivido uma sensação de grandeza tão forte como a que se tem do pico de Cerro Catedral, a segunda montanha mais alta de Bariloche, a mais conhecida estação de esqui da região. Lá de cima à frente, na linha do horizonte, à altura dos olhos não existe horizonte, o que existe são nuvens superiores e soberanas, a...
Ah! Toscana! Più Bella Cosa

Ah! Toscana! Più Bella Cosa

A Toscana é a região mais visitada da Itália, e sua concentração de atrações – paisagens, cenários, comida e vinho – é incomparável. Praticamente todas as colinas oferecem algo de interessante para ser visitado. (Isto é uma verdade sobre toda a Itália, mas você encontrará tantas colinas a mais na Toscana!) a Toscana tem tradições orgulhosas e uma raridade de caráter e sabor, incluindo as iguarias regionais que cada parte da Itália parece oferecer. Se existe um lugar onde a presença humana foi essencial para marcar a terra e a história com uma beleza única no mundo, tal local, seguramente, é a Toscana. É ali, que se tem um dos melhores exemplos do ápice do gênio humano, que se superou moldando cidades com uma profunda vocação artística e campos com solo abençoado. Do perfume adocicado das colinas ladeadas por campos de alfazema, nos arredores de Siena, à perfeição estonteante de Davi, a estátua de Michelangelo que só faltou andar e hoje é vista em Florença, tudo na Toscana é uma ode à beleza, ao encanto, ao talento humano. À medida que visitamos temos a sensação que os toscanos são mesmo verdadeiros artistas – do chef de cozinha ao pequeno agricultor, que parece um homem de outra época pela simplicidade, precisão e força com que cultiva milimetricamente uvas, tomates, trigo e azeitonas. É uma deliciosa experiência percorrer a Toscana pelas estradinhas que cortam olivais, vinhedos e bosques de ciprestes, atravessar vales e colinas, desfrutar de bucólicas paisagens que inspiraram tantos artistas e surpreender-se com uma sucessão de minúsculos vilarejos de ar ainda medieval. Não é novidade para ninguém que a...
A maior festa alemã das Américas

A maior festa alemã das Américas

A Oktoberfest de Blumenau, se transformou numa das festas mais populares do Brasil, foi inspirada na festa alemã de Munique, que teve origem em 1810. Em 12 de outubro de 1810, o Rei Luís I, mais tarde Rei da Baviera, casou-se com a Princesa Tereza da Saxônia e para festejar, organizou uma corrida de cavalos. O sucesso foi tanto, que a festa passou a se realizar todos os anos com a participação do povo da região. A festa cresceu em 1840, quando chegou a Munique o primeiro trem transportando visitantes para o evento. A cerveja, proibida desde os primeiros anos, só começaria a ser servida em 1918. Aí ninguém mais segurou a bebedeira… Durante as guerras e epidemia de cólera não houve a festa, mas a partir de 1945 acontece até hoje, sem interrupções. Munique recebe cerca de 10 milhões de pessoas e o consumo de cerveja chega a 7 milhões de litros por ano. Já imaginaram? No Brasil, a primeira edição foi em 1984, depois de um grande temporal que arrasou a cidade de Blumenau, e passou a ser um evento para entrar na história das festas populares brasileiras. Em apenas 10 dias de festa, cerca de 102 mil pessoas foram para a cidade e consumiram na faixa de um litro de cerveja por pessoa. O sucesso da festa foi consolidada na terceira edição, quando tiveram que construir pavilhões e utilizar ginásios esportivos da cidade, para abrigar os turistas vindos de várias partes do Brasil e também de países vizinhos. O evento acabou fazendo de Blumenau o principal destino turístico de Santa Catarina no mês de outubro, mas,...